Manter mutirões é fundamental para evitar a proliferação do Aedes aegypti
Assim como acontece em outros Estados do país, Santa Catarina se mantém alerta no esforço de eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
De acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica, nas duas primeiras semanas de 2017 foram identificados 385 focos do mosquito em 60 municípios catarinenses, sendo 51 considerados infestados.
Com unidades em todo o Estado, a CASAN vem dando sua contribuição. É fundamental que em todas as cidades sejam retomados com intensidade os mutirões de organização e limpeza, eliminando possíveis criadouros do mosquito. Conforme é do conhecimento de todos, trabalhamos com saúde e qualidade de vida.
Em 2016, colegas de todas as superintendências se envolveram, compartilhando imagens do trabalho, gerando um clima positivo e participativo na Companhia. Vamos mais uma vez participar do combate contra o mosquito Aedes Aegypt, deixando nossas unidades impecáveis. O Estado conta com a CASAN. A CASAN conta com todo o seu quadro funcional.
A seguir, algumas dicas básicas:
• Virar garrafas vazias com a tampa para baixo;
• Não deixar entulho no quintal ou nas ruas;
• Guardar baldes virados para baixo;
• Varrer a água parada, inclusive a das lajes;
• Colocar terra ou areia nos pratos de vasos de planta;
• Retirar as folhas e sujeira de calhas que dificultam o escoamento da água;
• Lavar todas as semanas baldes e tanques que armazenam água;
• Manter a lata de lixo devidamente tampada;
• Guardar pneus em locais cobertos, longe da chuva. Faça furos na parte de baixo ou entregue no serviço de limpeza;
• Jogar no lixo cascas de coco, latas de refrigerantes, copo plástico, garrafas, embalagens, etc;
• Ralos com pouco uso: colocar um plástico para vedá-lo e jogar água sanitária 2 vezes por semana;
• Diminuir a quantidade de bebedouros de cães, gatos e passarinhos. Escová-los quando trocar a água;
Relembre em imagens o mutirão realizado em 2016:
Agência de Lebon Regis


Agência de São Miguel do Oeste


Agência de Seara


Saiba Mais:
Dengue, zika e chikungunya: três doenças, um só mosquito
Os vírus que causam essas doenças são transmitidos
pelo mosquito Aedes aegypti. Elas apresentam sinais e sintomas
parecidos, mas têm níveis de gravidade diferentes
e não há tratamento específico.
O Aedes aegypti
O mosquito transmissor do vírus da dengue, zika e chikungunya é o Aedes aegypti. Ele se caracteriza pelo tamanho pequeno, cor marrom médio e por nítida faixa curva branca de cada lado do toráx. Nas patas, apresenta listras brancas.
O Aedes aegypti vive de 35 a 45 dias, alimenta-se, reproduz-se e põe ovos durante o dia. As fêmeas do mosquito picam as pessoas, pois precisam de sangue para amadurer os ovos. É nesse momento que pode ocorrer a transmissão das doenças, pois as fêmeas podem estar infectadas pelos vírus.
Ciclo de Reprodução
A fêmea deposita até 100 ovos nas paredes internas de recipientes que tenham ou que possam acumular água parada, onde podem durar até um ano e meio. Em contato com a água, os ovos desenvolvem-se rapidamente em larvas, que dão origem às pupas. Delas, surge o adulto num ciclo de, aproximadamente, 7 dias.
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